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Cenário Logístico Internacional – Europa e Ásia

Europa

Diferentemente do esperado, até o momento, as semanas que precedem a interrupção parcial dos serviços por parte dos fornecedores logísticos, assim como dos exportadores, devido às férias de verão na Europa, têm gerado menor impacto se comparadas aos anos anteriores.

Na Turquia, pequenos congestionamentos foram reportados no porto de Mersin, mas sem grandes atrasos nas programações de embarques. Os demais portos apresentam regularidade. O governo turco implementou taxas adicionais sobre o preço dos combustíveis e, como consequência, é certo um reajuste nos custos de coleta. Ainda sobre este tema, as coletas ocorrem normalmente, tanto via trem (rail) quanto via caminhão (truck), sem relatos de indisponibilidade de caminhões.

O Lead Time médio tem sido de cerca de 5 dias e os armadores operam abaixo da capacidade, portanto, com espaço e equipamento disponíveis.

Ao Norte, na Alemanha, até o momento, as transportadoras seguem dentro das programações, mas quando o assunto é coleta via trem, vale destacar que problemas são enfrentados. Atenção para as coletas combinadas (rail e truck), que, apesar de serem mais competitivas, podem não ser a melhor opção logística, pois podem resultar em atrasos, comprometendo, assim, o cronograma de nossos clientes.

Apesar de, nesta região, os armadores operarem com boa parte da utilização dos navios, dificuldades com espaço não foram relatadas.

A escassez de equipamentos especiais ainda é uma realidade em toda a Europa e novamente salientamos a importância de se trabalhar com antecipação nas programações.

Terminais e portos funcionam dentro da normalidade e congestionamentos foram relatados na malha ferroviária, aumentando o lead time logístico, que tem variado de 2 a 3 semanas, dependendo da região.

Há boatos de que os armadores pretendem reajustar os níveis de frete, mas até o momento, as tarifas seguem estáveis após recorrentes reduções.

Em Portugal, apesar da regularidade nos embarques, a HPL, ainda que com tarifas e condições atrativas, tem atrasado as confirmações de bookings e a emissão documental. A MSC é uma boa opção e com maior confiabilidade no momento.

Já em território italiano, devido ao aumento da demanda nas coletas, as transportadoras solicitam um maior tempo para confirmarem a disponibilidade dos caminhões e, respectivamente, seguirem com os carregamentos. Quanto aos equipamentos, os maiores desafios estão relacionados aos Open Tops (principalmente de 20’ OT) e no porto de Salerno, mais ao Sul do país, foi reportado maior tempo de espera para a retirada dos equipamentos vazios, incluindo standard.

 

 

Ásia

Conforme adiantado em nosso último informativo, o GRI aplicado pelos armadores sustentou-se até o final de julho, contudo, devido aos extra loaders de julho, aliados aos mais de 5 extra loaders anunciados para agosto, voltamos a um período de tendência de baixa nos fretes.

Apesar da falta de equipamento nos portos da região de Qingdao e acúmulo de cargas nos hubs ports, como Singapore, Shanghai e Ningbo, os armadores, com base nas atualizações de fretes para primeira e segunda semana de agosto, vêm sinalizando uma baixa nos valores. Evidencia-se tal momento pela diminuição da demanda por parte de grandes setores industriais do Brasil, como o automotivo, por exemplo.

Caso o mercado permaneça neste cenário, podemos prever fretes mais baixos, estáveis e com maior disponibilidade de espaço e equipamento a partir do próximo trimestre.

 

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